sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Diferentes culturas

Quando falamos de inglês, o que vem primeiro na sua cabeça?
Realmente passa muitas coisas, mas sei que dentre elas há duas questões que ainda geram certa dúvida na cabeça das pessoas. Por isso, resolvi escrever sobre duas festas típicas americana: Halloween e o Dia de Ações de Graça.
O Halloween tem várias histórias e lendas, porém a mais antiga delas é de origem celta com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, acreditava-se que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos e para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Depois do natal, o Halloween é a festa mais comemorada nos Estados Unidos, todos enfeitam suas casas, se fantasiam e sai para as ruas para pedir doces usando o termo “trick or treating” (doces ou travessuras).
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).
O dia de Ação de Graças teve início na Nova Inglaterra, eram festivais de gratidão a Deus, em agradecimento às boas colheitas anuais. Por esta razão, o Dia de Ação de Graças é festejado no outono, após a colheita ter sido recolhida.
O primeiro deles foi celebrado em Plymouth, Massachusetts, pelos colonos que fundaram a vila em 1620. Após péssimas colheitas e um inverno rigoroso, os colonos tiveram uma boa colheita de milho no verão de 1621. Por ordem do governador da vila, em homenagem ao progresso desta em relação a anos anteriores, uma festividade foi marcada no início do outono de 1621. Os homens de Plymouth mataram patos e perus. Outras comidas que fizeram parte do cardápio foram peixes e milho. Cerca de 90 índios também atenderam a festividade. Todos comiam ao ar livre, em grandes mesas.
O Dia de Ação de Graças é celebrado também com grandes desfiles e, nos Estados Unidos, com a realização de jogos de futebol americano. O principal prato típico do Dia de Ação de Graças geralmente é peru, o que dá ao Dia de Ação de Graça o nome de "Dia do Peru"(turkey day).
É sempre um prazer escrever sobre a lígua inglesa e sobre sua origem, agora antes de comemorar cada um deles você já sabe o significado!


Simone Machado
Professora de Língua Inglesa e Matemática

Paz sem Guerra

Ao consultar em um dicionário o significado da palavra PAZ, encontrei as seguintes acepções: “1.Situação de um país que não está em guerra. 2.Cessação de hostilidades. 3.Tranquilidade pública. 4.Serenidade, sossego. 5.Descanso. 6.Silêncio.”
Ao lê-las percebi que estavam ali itens básicos para o viver bem e que todos os dias as pessoas deveriam consultá-los para lembrar de sua importância e com o tempo salvá-los em sua memória como fazemos com as muitas senhas e condutas que permeiam nossa sobrevivência. Porém, ao pensar mais um pouco, percebi que ao contrário disso, constantemente falamos, ouvimos, pensamos, respiramos a guerra visto que essa está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia.
As guerras entre torcidas, entre políticos, entre emissoras, entre religiões, entre vizinhos, entre parentes etc passaram a ser tão normais que se bobearmos em pouco tempo passarão a ser itens obrigatórios no processo de ensino-aprendizagem.
O pior de tudo são as guerras sangrentas através das quais milhares de anônimos perdem suas vidas sem ao menos terem oportunidade ou tempo de defesa.
Para aliviar, camuflar a falta de ação contra as guerras, de tempos em tempos, geralmente após uma grande tragédia que virou notícia, surgem campanhas e propagandas que enaltecem a paz mas que rapidamente somem ou são ofuscadas em decorrência de notícias que dão mais ibope como as tendências da moda, o nascimento e a morte de ídolos, os reality’s shows ou qualquer outra coisa que não faça as pessoas pensarem no caos humano.
A paz deve ser algo com significado próprio e não comumente antônimo de guerra.
A paz deve ser a solução para acabarmos com todos os tipos de violência. 
A paz deve ser um escudo contra os ataques de fogo.
A paz deve ser plantada e cultivada em nossas vidas sempre.
Hoje, “Dia Internacional da Paz” e “Dia da Árvore” é um ótimo momento para plantarmos a paz em nossos corações e ao chegar da primavera que se aproxima, podermos enfeitar esse estado de paz com flores, esperanças e sonhos de um mundo melhor que com o cessar-fogo e a não-violência tornar-se-ão realidade.


Flávia Cardoso
Professora de Língua Portuguesa e Artes

Despertando leitores..

Lembro-me do momento em que a leitura foi despertada em mim (e olha que nem faz tanto tempo assim!). Tudo começou com a Sra. Isaneide, professora de português. Uma figura. Com seu jeito atrapalhado de ser e apressado de falar chegou um dia em nossa sala de 4ª série - atual 5º ano - e nos falou sobre a importância da leitura. Claro que naquele momento poucos lhe deram a devida atenção, sim, porque até que a paixão pela leitura aconteça, essa se parece com um tormento. Disse que naquele semestre cada aluno deveria escolher um título diferente do catálogo para ler, e, após a leitura trocaríamos esses livros com os colegas da classe. Até aí, tudo bem, mas o pior viria depois: para a atribuição de notas seria levada em consideração a quantidade de livros lidos. Foi uma confusão só. Todos nós reclamamos.
Passado o estresse inicial, todos nos conformamos de que teríamos de ler pelo menos dois títulos se não quiséssemos ficar com nota “vermelha”. As encomendas de livros chegaram e eu, como a maior parte da turma, comecei a ler meu livro. Amei. Ainda bem, porque o passo seguinte seria convencer outro aluno de que meu livro era ótimo e que deveríamos trocá-los.
Propaganda feita, tinha novamente outro livro para ler. Li. Esse era ainda melhor do que o primeiro. Fiz nova troca. Cheguei ao número dezessete sem perceber. Estava apaixonada!
Anos se passaram. Novas professoras de português apareceram. Cada qual com uma metodologia diferente para despertar novos leitores. Aprendi muito. Tornei-me também uma delas.
Hoje, rodeada por alunos - que adoro e me encantam diariamente - tento fazer a minha parte como “despertadora” tecendo propagandas intrigantes dos livros que indico bimestralmente. E, sem falsa modéstia, tornei-me boa nisso. Tenho uma lista enorme de leitores apaixonados.
Quando um deles se queixa dizendo que não gostou do que leu, dou logo um jeitinho de convencê-lo a ler algo novo para que o processo de paixão não seja interrompido.

Fabiane Coelho Sanchez
Professora de Língua Portuguesa

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Dançar

Dançar

A Dança além de aprimorar a coordenação motora, melhorar seu condicionamento físico é também uma terapia para a alma, melhorando sua autoestima, a socialização e dando mais ânimo para enfrentar o seu dia-a-dia.
Mais do que técnica, é preciso sentimento, e qualquer pessoa pode dançar, não existem restrições, nem mesmo de idade. Os passos e movimentos podem ser adaptados às limitações físicas de cada um, mas não existe impedimento é só ouvir a música e dançar para você, sem se preocupar com os outros e com o que é certo ou errado.
Dançar é falar com o corpo, expressando o que você sente quando ouve uma musica, permiti esquecer os problemas e entrar em um mundo só seu, você e a música.
Permita-se colocar uma musica que você goste e deixar o seu corpo e sua alma falar, independente do estilo musical, ou se você faz aulas de dança, dançar vem de dentro, e cada um de nós tem a beleza da dança no nosso interior.
Independente da modalidade, da idade, da religião... DANCE... DANCE...DANCE

"E Que Seja Perdido o Único Dia em Que Não Se Dançou"
(Friedrich Nietzsche)

Nágila Braga
Professora de Hip Hop, Recreação e Cia. de Dança

terça-feira, 25 de agosto de 2009

A PARCERIA ENTRE FAMÍLIA E ESCOLA

A família e escola têm em comum a responsabilidade de preparar a criança para sua inserção futura na sociedade e para o desempenho de funções, papéis que possibilitam a continuidade da vida social. Ambas são os primeiros “mundos” que habitamos, podendo nos parecer como acolhedores ou hostis.
A escola tem a obrigação de desenvolver a construção do saber, através do processo do ensino/aprendizagem.
A família tem de dar acolhimento a seus filhos, um ambiente estável, provedor e amoroso.
A importância da participação dos pais na vida escolar dos filhos tem apresentado um papel importante no desempenho escolar. O diálogo entre a família e a escola, tende a colaborar para um equilíbrio no desempenho escolar.
Quando os pais não são participativos na escola os alunos começam a querer a abusar de sua autonomia, achando que sabem se cuidar sozinhos e se deixam de lado, não querendo fazer as atividades propostas acarretando para um mau comportamento; pois sabe que seus pais não irão ficar sabendo, e mesmo sabendo não terão tempo para ir resolver os problemas.
É possível fortalecer a relação família escola com atividades simples, como por exemplo, acolher bem os pais, escutá-los, envolve-los no cotidiano da escola, participarem de festas comemorativas, eventos culturais e reuniões.
Temos que expandir esse laço



Érika
Educação Infatil.